Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens

23 de fev. de 2009

Mostra Individual no "João Gilberto"

Minha primeira exposição do ano!
Abertura quarta-feira, dia 04 de março à partir das 20h.

A artista visual Letícia Costa Gomes, a partir de 04 de março até 07 de abril de 2009, expõe suas obras no Espaço João Gilberto bar e champanharia (Gonçalves Chaves, 430 - Pelotas/RS).


6 de nov. de 2008

Programa Universo in Foco (TVC Pelotas) recebe Letícia Costa Gomes

à esquerda, Lu Albuquerque, à direita, Letícia Costa Gomes durante
o programa Universo in Foco, TVC Pelotas


Nesta semana o programa Universo in Foco recebe Letícia Costa Gomes, do Estúdio de Artes Collore.

Em Debate: Artes Visuais e Design

Apresentação: Lu Albuquerque
TVC NET (Canal 14) e VIACABO (Canal 9)
data:05/11/08
hora: 20:00

7 de out. de 2008

Convite: abertura de exposições dia 08/out, Secult/Pelotas/RS/Brasil

Exposição "Coisa Esquecida na Caixa de Pandora"

Local: Sala Frederico Trebbi, Praça Coronel Pedro Osório, 101 - Pelotas/RS/Brasil
Promoção: Secretaria de Cultura de Pelotas
Abertura: 08 de outubro de 2008, 20h
Visitação: 08 à 31 de outubro de 2008

Obra: Coisa Esquecida na Caixa de Pandora
Artista: Letícia Costa Gomes
Técnica: gravura/instalação
Ano: 2008
Site: estudiocollore.blogspot.com

6 de out. de 2008

Vernissage Secult/Pelotas: 08/outubro, 20:00h

Música e Arte no vernissage das novas exposições da Secult

A diretoria de Artes Visuais convida a todos para o vernissage de abertura das novas exposições, em cartaz a partir do dia 8 de outubro, às 20h30 nas Salas Antônio Caringi e Inah D’Ávila Costa, localizadas no Centro Cultural Adail Bento Costa da Secretaria Municipal de Cultura (Secult). A Sala Antônio Caringi abrigará a exposição “No caminho do Mouse”, onde a artista plástica, Inês Rosenthal revela um olhar pessoal na era digital através de imagens impressas em adesivos. Na Sala Inah D’Ávila Costa, o diretor de Artes Visuais da Secult, Samuel Sacramento, comemora a participação do renomado artista plástico, Túlio Oliver, que desenvolveu uma exposição diferenciada, onde resgata a pintura em retábulos de madeira para expressar a devoção do povo de Deus com a esperança da renovação por um mundo melhor, intitulada “Devoção”.
“Coisa Esquecida na Caixa de Pandora” é a exposição que estará em cartaz na Sala Frederico Trebbi, localizada no hall da Prefeitura Municipal. A mostra foi selecionada a partir do Edital de ocupação 001/2008. Neste trabalho, a artista, Letícia Costa Gomes pretende dar continuidade aos estudos poéticos referentes ao entrecruzamento nos conceitos proibidos da gravura – Monotopia – com os estudos referenciais mitológicos. Durante o vernissage os presentes irão contar com a apresentação musical das irmãs Juliana Rosenthal (cavaquinho), Mel Rosenthal (violão) e a participação especial da mãe, Inês Rosenthal em “Nosso Samba”.

Data: 03/10
Hora: 13:49
Redator: Natália Gidi

fonte: http://www.pelotas.rs.gov.br/noticia/noticia.htm?codnoticia=15004

29 de mar. de 2008

Artistas visuais selecionados

Individuais na Sala Frederico Trebbi, Pelotas/RS/Brasil





Secult/Pelotas, 27/março 2008, da esquerda para a direita:

Suzi Alan, Adrian Santos, Samuel Sacramento (Diretor de Artes Visuais), Letícia Costa Gomes e José Dagoberto. Além dos 4 artistas na foto, tb foi selecionado Flávio Forlin.

Seleção dos artistas visuais inscritos no Edital 01/2008 de ocupação da Sala de Exposições Frederico Trebbi: Comissão formada por representantes das Artes Visuais na cidade -UFPel, UCPel, MAPP, Concult e Secult.

26 de mar. de 2008

Memorial Descritivo:

“Coisa esquecida na Caixa de Pandora”

O projeto apresentado visa dar continuidade aos estudos poéticos referentes aos entrecruzamentos de conceitos próprios da Gravura – Monotipia - com os estudos de referências mitológicas.

O projeto inicial da obra é composto de 50 caixas brancas dispostas enfileiradas lado a lado. Cada uma contém uma gravura ao fundo, sendo que sua referida matriz (a linha em si), estará disposta na porção inferior da caixa.
Segundo uma versão da história, Pandora recebera de presente uma caixa onde cada deus colocara um bem; tomada pela curiosidade em saber o que havia dentro da caixa, inadvertidamente ela abriu a mesma, liberando os bens ali contidos, restando somente a esperança.
Creio que a proposta, onde uma seqüência de caixas abertas e sem tampas, onde se vê dezenas de imagens de labirintos emaranhados, faz acreditar que a esperança projeta-se constantemente de cada módulo no desenrolar dos percursos – os quais sugiro como caminhos e descaminhos referentes à nossa vivência.

Cada caixa contém uma gravura distinta, uma matriz ímpar, uma esperança única, esperança essa que é por si um ato constante de esperar, desejar...


Texto de Letícia Costa Gomes