10 de jun. de 2008

4 de mai. de 2008

6º INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE MINIARTE

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PARTICIPANTES DO 6º INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE MINIARTE

Adelina Maioli (Brasil) / Adriana Cora (Argentina) / Adriana de Luca (Brasil) / Aglaé Machado de Oliveira (Brasil) / Agnieszka Boron´ (Polônia) / Alda Fabris (Brasil) / Alejandra Menduiña (Argentina) / Alexandra Drenth (Holanda) / Alexandra Eckert (Brasil) / Amalia Dib (Brasil) / Ana de Orbegoso (Estados Unidos) / Ananda Kuhn (Brasil) / André Venzon (Brasil) / Angela Zaffari (Brasil) / Ariel Resendiz (México) / Arlete Santarosa (Brasil) / Astrid Maria Grehs (Brasil) / Barbara Scotch (Estados Unidos) / Beatriz Dagnese (Brasil) / Beatriz Gómez (Colômbia) / Beth Fiori (Brasil) / Bianca Araujo (Brasil) / Bina Monteiro (Brasil) / Blanca Brites (Brasil) / Brian Cunning (Irlanda do Norte) / Carmen Adegas (Brasil) / Carmen Vera Guimarães (Brasil) / Cheryl McClure (Estados Unidos) / Christian C. Serey (Chile) / Christy Liffmann (Estados Unidos) / Ciaran Maginnis (Irlanda do Norte) / Clara Pechansky (Brasil) / Claudio Braier (Argentina) / Colin Dunlop (Irlanda do Norte) / Connie Van Winssen (Holanda) / Corali Cardoso (Brasil) / Cris Rocha (Brasil) / Cristina Haberl (Brasil) / Cristina Minacori (Argentina) / Cylene Dallegrave (Brasil) / Cyrillo Crestani (Brasil) / Dagmara Wyskiel (Chile) / Dale MaWhinney (Irlanda do Norte) / Daniel Boyer (Estados Unidos) / Deirdre McNeill (Canadá) / Eda Lani Fabris (Brasil) / Edi Daudt (Brasil) / Edna Cantoral (México) / Egidio Kieling (Brasil) / Elia Weschenfelder (Brasil) / Eliane Bruél (Brasil) / Eliane Magnani (Brasil) / Eliane Maria Fagundes (Brasil) / Eliane Santos Rocha (Brasil) / Elizabeth Gloeden (Brasil) / Elizete Ubirajara Silva (Brasil) / Els Van Asten (Holanda) / Ena Lautert (Brasil) / Estela Leyton (Chile) / Esther Bianco (Brasil) / Flavia B. Antoniolli (Brasil) / Francesca McClure Smith (Brasil) / Frits Droog (Holanda) / Georgia Grigoriadou (Grécia) / Gislaine Canosa (Brasil) / Guadalupe Victorica (México) / Helena Kanaan (Brasil) / Hilda de Mattos (Brasil) / Hilda de Urrutia (Argentina) / Içára Pinto Souza (Brasil) / Ineke Smienk (Holanda) / Imeritta Passos (Brasil) / Iná Prolo (Brasil) / Inês Benetti (Brasil) / Ivone Rizzo Bins (Brasil) / Jacira Fagundes (Brasil) / James Foster (Inglaterra) / Jeanete Köhler (Brasil) / Joan Desmond (Estados Unidos) / Johannes Gérard (Holanda) / José Castillo (México) / José Carlos Moura (Brasil) / José Francisco Alves (Brasil) / Josiane Costa De Boni (Brasil) / Juan Carlos Castillo (México) / Juliana Camerini (Brasil) / Karen Axelrud (Brasil) / Kátia Costa (Brasil) / Kiki van der Heiden (Canadá) / Laura Castilhos (Brasil) / Lecy Fischer (Brasil) / Letícia Costa Gomes (Brasil) / Lia Gomes de Freitas (Brasil) / Liana Timm (Brasil) / Luci Diefenbach (Brasil) / Luiza Fontoura (Brasil) / Lukie de Bree (Holanda) / Márcia Marostega (Brasil) / Margaret Bressani (Brasil) / María Fernanda Giraudo (Argentina) / Marihê (Brasil) / Maria Leda Macedo (Brasil) / Maria Lucina Bueno (Brasil) / Maria Luiza Cangeri (Brasil) / Marília Angela Ferrari (Brasil) / Marion Lunke (Brasil) / Marisa Herzlo (México) / Maristela Winck (Brasil) / Marlene Kozicz (Brasil) / Milena Gutiérrez (Colômbia) / Milton Morales (Colômbia) / Mónica Maiocchi (Chile) / Nara Sirotsky (Brasil) / Neca Sparta (Brasil) / Ney Caminha (Brasil) / Nilza Dezordi (Brasil) / Nina Camplin (Inglaterra) / Norma Ascencio (México) / Oscar Salamanca (Colômbia) / Paola Ferraris (Chile) / Paulina Eizirik (Brasil) / Penny Richardson (Canadá) / Perla Graeff (Brasil) / Philip Robertson (Estados Unidos) / Raul Albanece (Argentina) / Rejane Wagner (Brasil) / Ricardo Wittmann (Brasil) / Roberto Schmitt Prym (Brasil) / Rogerio Livi (Brasil) / Rosana Almendares (Brasil) / Roseli Corrêa (Brasil) / Ruben Torres (México) / Sandra Nunes Lages (Brasil) / Sandra Zir (Brasil) / Sheila Hogge (Espanha) / Simone Muller de Faria (Brasil) / Solange Caldas (Brasil) / Suzane Wonghon (Brasil) / Suzel Neubarth (Brasil) / Sylvia Camargo (México) / Sylviane D’Isangel (França) / Tamara Valdovino (Chile) / Teresa Ortuzar (Chile) / Valentina Piqué (Brasil) / Vanessa Bistrain Reis (México) / Vânia Kwitko (Brasil) / Vera Braconnot Soares (Brasil) / Vera Protti (Brasil) / Vimarie Serrano (Porto Rico) / William Steinhurst (Estados Unidos) / Zélia dos Santos (Brasil) / Zoravia Bettiol (Brasil)

3 de mai. de 2008

Exposição "PERCURSOS DA LINHA" Espaço IDEA/FURG




Mostra Individual com abertura dia 08 de maio de 2008, quinta-feira, às 17:30h no Espaço IDEA da FURG.

Memorial Descritivo da Exposição “Percursos da Linha”

A Exposição “Percursos da Linha” representa, em um sentido literal da palavra, os caminhos que tenho percorrido através do trabalho que desenvolvo em gravura. A mostra abrange trabalhos que começaram a ser criados a partir dos estudos de minha graduação em Artes Visuais pela UFPel, onde associo questões específicas do ato de fazer gravura, aos estudos sobre mitologia greco-romana. A linha é para mim como o Fio de Ariadne para Teseu, a Teia para Aracne ou O Fio da Vida para as Moiras. Ela é instrumento que instiga e pode ter distintas interpretações.
Sobretudo, com as imagens surgidas da impressão da linha - as quais denomino Labirintos - convido o espectador a explorar metaforicamente sua percepção, conduzindo a geratriz do percurso – a linha, a estimular seus sentidos. Almejo com as gravuras revelar novos e até então indubitáveis significados existentes entre os rumos por vezes desconhecidos e incompreendidos da linha, desejo fazer o observador atentar aos sinais das sensações. Quando visto como complexo labirinto, o sentido da linha se expande, revelando através das imagens geradas – as possibilidades para empreender o processo de transformação no decurso dos caminhos e descaminhos.
No emaranhado das linhas que se conformam, são fornecidas inúmeras direções, provendo acesso a um importante ponto que ora pode ser o início ora o fim de um percurso e, por esse trajeto, o observador pode interagir sensivelmente com a obra e buscar em seu íntimo respostas para percorrer os rastros do emaranhado que ele vê, que pode ser entendido como sua vivência, sua história, sua memória.
O Labirinto provoca surpresas, instigando o olhar a trabalhar por associações que vão - passo-a-passo - sugerindo novos e inexplorados rumos.


29 de abr. de 2008

MINIART EXCHANGE 2008
Meandros
gravura (monotipia) sobre tecido; 20X20cm

MINIARTE BRASIL 2008
Com a chancela da Secretaria de estado da Cultura, do Instituto de Artes Visuais e do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, o 6º INTERCÂMBIO INTERNACIONAL DE MINIARTE BRASIL 2008 será realizado de 8 de maio a 29 de junho na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre. A expectativa é de que todos os artistas internacionais pertencentes ao Grupo Miniart enviem seus trabalhos, juntamente com 120 gaúchos, convidados da Associação Chico Lisboa, parceira da mostra. A Coordenação Geral Internacional é da artista plástica Clara Pechansky.


29 de mar. de 2008

Artistas visuais selecionados

Individuais na Sala Frederico Trebbi, Pelotas/RS/Brasil





Secult/Pelotas, 27/março 2008, da esquerda para a direita:

Suzi Alan, Adrian Santos, Samuel Sacramento (Diretor de Artes Visuais), Letícia Costa Gomes e José Dagoberto. Além dos 4 artistas na foto, tb foi selecionado Flávio Forlin.

Seleção dos artistas visuais inscritos no Edital 01/2008 de ocupação da Sala de Exposições Frederico Trebbi: Comissão formada por representantes das Artes Visuais na cidade -UFPel, UCPel, MAPP, Concult e Secult.

26 de mar. de 2008

Memorial Descritivo:

“Coisa esquecida na Caixa de Pandora”

O projeto apresentado visa dar continuidade aos estudos poéticos referentes aos entrecruzamentos de conceitos próprios da Gravura – Monotipia - com os estudos de referências mitológicas.

O projeto inicial da obra é composto de 50 caixas brancas dispostas enfileiradas lado a lado. Cada uma contém uma gravura ao fundo, sendo que sua referida matriz (a linha em si), estará disposta na porção inferior da caixa.
Segundo uma versão da história, Pandora recebera de presente uma caixa onde cada deus colocara um bem; tomada pela curiosidade em saber o que havia dentro da caixa, inadvertidamente ela abriu a mesma, liberando os bens ali contidos, restando somente a esperança.
Creio que a proposta, onde uma seqüência de caixas abertas e sem tampas, onde se vê dezenas de imagens de labirintos emaranhados, faz acreditar que a esperança projeta-se constantemente de cada módulo no desenrolar dos percursos – os quais sugiro como caminhos e descaminhos referentes à nossa vivência.

Cada caixa contém uma gravura distinta, uma matriz ímpar, uma esperança única, esperança essa que é por si um ato constante de esperar, desejar...


Texto de Letícia Costa Gomes

Coisa esquecida na Caixa de Pandora

Projeto de novo trabalho, selecionado pelo edital 2008 da SECULT/Pelotas
Sala Frederico Trebbi, retornando ao Hall da Prefeitura Municipal






Projeto da obra “COISA ESQUECIDA NA CAIXA DE PANDORA” -
Alinhamento em perspectiva

Projeto da obra "COISA ESQUECIDA NA CAIXA DE PANDORA" -

detalhes descritivos

Projeto da obra “COISA ESQUECIDA NA CAIXA DE PANDORA” -
Alinhamento frontal

Projeto da obra "COISA ESQUECIDA NA CAIXA DE PANDORA" -

Alinhamento em perspectiva de sequência de módulos

16 de mar. de 2008

Panorama do espaço: galeria Dmae, PoA/RS - Mostra Desenho no Plural

Panorama do espaço: galeria Dmae, PoA/RS - Mostra Desenho no Plural

Lilian Maus enviou ao grupo da mostra Desenho no Plural o texto seguinte, referindo-se justamente à pluralidade do desenho...

Trecho de uma entrevista com Cildo Meireles: "O que é desenho para você? Seria preciso saber, antes, o que é o 'enho'. O DESenho talvez tenha alguma coisa a ver com a sombra, com o lado sombrio do desenhador. Revela, pela sombra, o lado claro das coisas. Ou talvez tenha alguma coisa a ver com a vida interior do sujeito, com o significado mais profundo e íntimo das coisas. Desenhar é um processo muito rápido. Mais rápido que o desenho só a mente. Entre as muitas linguagens ou procedimentos, o desenho é o que revela o menor tempo entre o momento da revelação e sua formalização.Para definir de outra forma do que é o desenho, Cildo narra algo que lhe ocorreu em Paraty, em 1969: Um dia, pela manhã, ao abrir a porta da casa senti uma vibração estranha no ar. Por puro instinto, olhando a minha direita, fechei um 'copo-de-leite', em cujo interior estava um beija-flor. Foi algo indescritível: pegar um beija-flor com a mão apenas para ter o prazer de libertá-lo. O ato de desenhar me dá uma sensação semelhante: vivenciar algo muito rápido, quase inapreensível. O desenho é algo tão frágil e veloz como o beija-flor."
______________________________________
Catálogo (2005) – Cildo Meireles: alguns desenhos (1963-2005), p. 57.

13 de mar. de 2008

DESENHISTAS NO PLURAL




Da esquerda para a direita:
NINA MORAES, LILIAN MAUS, JAMES ZORTÉA, JULIANA LIMA, NATHÁLIA GARCÍA, LETÍCIA COSTA GOMES, CARLOS ASP E GERSON REICHERT

Terça-feira, 04 de março de 2008.

9 de mar. de 2008

CORREIO DO POVO


Matéria do jornal Correio do Povo. Foto detalhe da obra O Fio da Entre[meada],
de Letícia Costa Gomes

Quarta-feira, 05 de março de 2008.

FOTO ABERTURA - DESENHO NO PLURAL


Foto momentos antes da abertura
destaque para a saia que fiz especialmente para a exposição, com a mesma técnica da obra.

DIVULGAÇÃO EXPOSIÇÃO DESENHO NO PLURAL



GALERIA DE ARTE DO DMAE


PREFEITURA DE PORTO ALEGRE
http://www.portoalegre.rs.gov.br/dmae/